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Educação Plágio - reitora

Comissão da UFRN confirma plágio e reitora Ludimilla Oliveira da UFERSA deve perder o cargo

Com a decisão, Ludimilla Oliveira deve perder o título de doutora e não poderá mais ficar à frente da Reitoria da UFERSA.

19/11/2022 às 15h17 Atualizada em 19/11/2022 às 15h29
Por: Mikele Santos
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Comissão da UFRN confirma plágio e reitora Ludimilla Oliveira da UFERSA deve perder o cargo

Ludmilla de Oliveira fica em 3º lugar na eleição da universidade. Contudo é nomeada em agosto de 2020 pelo presidente Jair Bolsonaro, após sua visita a cidade de Mossoró. Tal nomeação acarretou um grande descontentamento entre alunos de professores da instituição, desde então a reitora se envolve em grandes polêmicas.

Em um parecer encaminhado à Reitoria da UFRN, a Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Discente (CPADD), montada para analisar o possível plágio cometido pela atual reitora da UFERSA, confirmou os indícios apresentados na denúncia e recomendou a aplicação da pena de exclusão da discente.

Das 195 páginas que compõem a tese de doutorado defendida pela reitora em 2011, em pelo menos 16 delas, há o que a comunidade acadêmica classifica como plágio. Isto é, cópias inteiras ou parciais de textos de outros autores, sem que a fonte seja citada ou haja uso de aspas, no caso de transcrições.

Com o título “De repente, tudo mudou de lugar: Refletindo sobre a metamorfose urbana e gentrificação em Mossoró-RN”, Ludimilla defendeu sua tese de doutorado junto ao Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em 2020, alunos ficaram sabendo dos plágios e elaboraram a denúncia, que foi apresentada à Ouvidoria da UFERSA.

 

Autora da denúncia, a então coordenadora do Diretório Central do Estudantes (DCE) da UFERSA, Ana Flávia de Lira, comemorou o parecer da Comissão. “O sentimento é de que a justiça deve ser feita. A história vem sendo implacável com aqueles que estão do lado do golpismo e do que há de mais sujo na história política desse país”, disse, lembrando da perseguição que sofreu por ter uma posição política contrária à representada pela reitora.

O despacho da CPADD recomendando a exclusão de Ludimilla foi encaminhado ao reitor da UFRN, Daniel Diniz, que solicitou parecer da Secretaria da Procuradoria Federal da Universidade. Só, então, poderá decidir sobre o caso.

Fonte: Saiba mais, G1 RN e Sipac

 

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Mikele Santos
Mikele Santos
Sobre Mikele Santos Atualmente, estudo jornalismo pela Universidade cruzeiro do sul. Tenho 31 anos, sou natural da cidade da quintura, Mossoró-RN, poetisa do efêmero, grande admiradora da sociedade do espetáculo. Fiz participações especiais na Rádio Rural de Mossoró, no programa Juventude Livre Sim (realização da RCC), durante a tarde, por conta dele que despertou em mim o interesse em comunicação, em especial pelo rádio.
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