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Sociedade Na cola do tigrinho

Tigrinho o jogo de apostas é o novo alvo da polícia

Com esquema de pirâmide financeira. Influenciadores são investigados por divulgar o game

04/12/2023 às 10h52
Por: Diego Giliotti
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Tigrinho o jogo de apostas é o novo alvo da polícia

O cassino online "Jogo do Tigrinho", especializado em caça-níqueis, encontra-se sob investigação policial devido a um esquema ilegal de apostas. Nas redes sociais, os influenciadores desempenham um papel crucial na divulgação desse esquema, que já resultou em prejuízos para os usuários. De acordo com as investigações, esses influenciadores são contratados para atrair pessoas a apostarem no jogo de azar, uma prática considerada ilegal no Brasil. Há suspeitas de que o jogo possa estar relacionado a um esquema de pirâmide financeira, no qual indivíduos são recrutados com a promessa de retornos elevados, mas poucos de fato recebem pagamentos substanciais.

Em um dos vídeos, os influenciadores exibem orgulhosamente os ganhos rápidos. "Olha aí, minha rapaziada. Ex-motoboy comprando carro de R$ 1 milhão", afirma o influenciador Du Campelo, em um vídeo publicado nas redes sociais. Ao lado de Du Campelo, os influenciadores Gabriel, Ezequiel e Ricardo compartilharam várias propagandas sobre o jogo, enfatizando como estavam "zerando o game". Em diversos vídeos, o grupo exibia carros importados e um estilo de vida luxuoso. O Jogo do Tigrinho rendia até R$ 10 mil por propaganda.

Entretanto, esse enriquecimento quase instantâneo chamou a atenção da polícia paranaense. "Eles eram motoboys, pessoas comuns, e em um curto espaço de tempo apareceram com diversos carros importados, viagens internacionais", relata o delegado da Polícia Civil do Paraná, Thiago Dantas, ao programa Fantástico.

Segundo informações do Fantástico, o quarteto recebia entre 5 mil e 15 mil por campanha de sete dias de divulgação da plataforma. O número total de seguidores dos influenciadores chega a 1 milhão. Em seus perfis na internet, eles compartilhavam dicas sobre como jogar, além de criar promoções e rifas eletrônicas na tentativa de atrair mais participantes. Isso ocorria porque, conforme a polícia, o grupo recebia entre R$ 10 e R$ 30 por cada novo cadastro nas plataformas.

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Diego Giliotti
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