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Derrite afirma que roubo de metralhadoras em Barueri, pode ser catastrófico para a segurança Pública

As trezes armas roubadas são capazes de derrubar aviões.

16/10/2023 às 09h52
Por: Diego Giliotti
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Guilherme Derrite é o secretário de Segurança Pública de São Paulo
Guilherme Derrite é o secretário de Segurança Pública de São Paulo

O desaparecimento de metralhadoras do Exército Brasileiro tem potencial para desencadear graves consequências, alertou Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo. O roubo ocorreu na última terça-feira, 10, no Arsenal da Base Militar de Barueri, na região metropolitana de São Paulo. De acordo com Derrite, 13 das metralhadoras roubadas são capazes de abater aeronaves, o que torna a situação ainda mais preocupante. O secretário expressou seu compromisso em auxiliar na busca das armas roubadas e em evitar que o crime afete a segurança da população.

As armas desaparecidas incluem 13 metralhadoras antiaéreas de calibre .50 e oito metralhadoras de calibre 7.62. A descoberta do roubo aconteceu durante uma inspeção realizada no Arsenal. Derrite afirmou em sua conta no Twitter que "nós, da segurança de São Paulo, não mediremos esforços para auxiliar nas buscas pelas armas e evitar as consequências catastróficas que isso pode acarretar em favor do crime e em detrimento da segurança da população".

Até o momento, nenhum membro do Exército procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência, o que levou a SSP (Secretaria de Segurança Pública) a não iniciar uma investigação do caso. No entanto, a pasta informou que as polícias Civil e Militar estão empenhadas em localizar o material roubado e identificar e prender os responsáveis pelo crime. O Exército, por sua vez, está conduzindo uma investigação interna para esclarecer o desaparecimento das 21 metralhadoras. Cerca de 480 militares estão detidos na base de Barueri para prestar depoimentos e fornecer informações relevantes para o caso. Segundo o Comando Militar do Sudeste, as armas furtadas eram consideradas "inservíveis" e estavam em processo de manutenção no setor conhecido como Arsenal. Essa unidade é responsável por iniciar o processo de desativação e destruição de armamentos que não podem ser reparados.

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